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Thursday, January 1, 2026
Bom ano novo de 2026
Confio-Te, Senhor, o próximo ano.
Dá-nos sabedoria para apascentar os dias, paciência suficiente para suportar o que deve ser suportado, e um coração puro para acreditar.
Concede que saibamos colocar-nos em humilde relação com as grandes coisas de que a vida é feita.
Que nos sintamos como aprendizes e discípulos da revelação do teu amor que acontece no tempo.
Não nos deixes acomodar: que o conforto da estalagem nunca nos seduza mais do que a beleza da viagem;
que o conhecimento acumulado de ontem não nos dissuada de sairmos para contemplar o novo orvalho que brilha, hoje, nos prados;
que o nosso olhar não esteja fixo no dedo que aponta, mas naquela flor silenciosa que é a lua.
Em cada estação ensina-nos a tomar, a decifrar a noite inteira, não a escuridão mas uma estrela.
Ensina-nos a considerar que não é o mal, mas um traço de bondade, que melhor reflete um coração.
Ensina-nos a prestar atenção ao rebanho de nuvens para compreender que sempre, acima de nós que pisamos o chão, os céus ficam extasiados.
Ensina-nos a não querer ser senhores de nada nem de ninguém, mas sim peregrinos conscientes de que a história a que atracam é uma terra sagrada.
Para quem o quer ouvir, o vento do teu Espírito passa como um assobio primaveril anunciando o degelo.
A nossa existência nunca é tão bela como quando nos olhas, Senhor! — Card. José Tolentino de Mendonça
Dá-nos sabedoria para apascentar os dias, paciência suficiente para suportar o que deve ser suportado, e um coração puro para acreditar.
Concede que saibamos colocar-nos em humilde relação com as grandes coisas de que a vida é feita.
Que nos sintamos como aprendizes e discípulos da revelação do teu amor que acontece no tempo.
Não nos deixes acomodar: que o conforto da estalagem nunca nos seduza mais do que a beleza da viagem;
que o conhecimento acumulado de ontem não nos dissuada de sairmos para contemplar o novo orvalho que brilha, hoje, nos prados;
que o nosso olhar não esteja fixo no dedo que aponta, mas naquela flor silenciosa que é a lua.
Em cada estação ensina-nos a tomar, a decifrar a noite inteira, não a escuridão mas uma estrela.
Ensina-nos a considerar que não é o mal, mas um traço de bondade, que melhor reflete um coração.
Ensina-nos a prestar atenção ao rebanho de nuvens para compreender que sempre, acima de nós que pisamos o chão, os céus ficam extasiados.
Ensina-nos a não querer ser senhores de nada nem de ninguém, mas sim peregrinos conscientes de que a história a que atracam é uma terra sagrada.
Para quem o quer ouvir, o vento do teu Espírito passa como um assobio primaveril anunciando o degelo.
A nossa existência nunca é tão bela como quando nos olhas, Senhor! — Card. José Tolentino de Mendonça
